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sábado, 21 de maio de 2016

Garrett no "Dicionário Perdigão"

Uma síntese de Henrique Perdigão, na 2.ª edição do seu insano Dicionário Universal de Literatura (1940): simples, acessível, eficaz, faltando, no excerto, as Folhas Caídas, talvez a única obra poética de Garrett que sobreviveu ao tempo:

«[...] Garrett, como poeta, cantou especialmente o amor da Pátria e da liberdade; este inspirou-lhe o Catão [...]; aquele inspirou-lhe o Camões, o melhor, talvez, dos seus trabalhos e a primeira manifestação  da poesia romântica em Portugal [...] Como dramaturgo, só, também, de assuntos nacionais se ocupou, criando com Um Auto de Gil Vicente, Frei Luís de Sousa e outras peças a verdadeira escola dramática. Como prosador, bastariam as páginas que deixou no Arco de Sant'Ana e nas Viagens na Minha Terra para que o seu nome se impusesse à admiração unânime do País, onde não foi só o grande reformador das letras, mas o fundador do teatro nacional. [...]»