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domingo, 30 de abril de 2017

contos portugueses - P

2. «Palhaços», Julião Quintinha, Cavalgada do Sonho (1924): «Como vieste dar aqui, Tonica?!»

1. «(O) Patrão», Miguel BarbosaRetalhos da Vida (1955)«Desviei-me demasiadamente tarde.»

contos portugueses - I

1, «Inconfidência», Conde de Arnoso,  De Braço Dado (1894): «Trouxe-nos hoje o correio novas do extremo oriente.»

contos portugueses - S

2. «Sozinha no cemitério», Sarah Adamopoulos,  A Vida Alcatifada (1997): «A infância mantinha-a viva.»
1. «(O) Suave Milagre», Eça de Queirós [1898], Contos (póstumo, 1902):  «Nesse tempo Jesus ainda se não afastara da Galileia e das doces, luminosas margens do lago Tiberíade: -- mas a nova dos seus milagres penetrara já até Enganim, cidade rica, de muralhas fortes, entre olivais e vinhedos, no país de Issacar.» 

contos portugueses - J

1. «(O) Jantar do Bispo», Sophia de Mello Breyner AndresenContos Exemplares (1962): «Era uma casa grande, branca e antiga.»

contos portugueses -N

2. «Narcisa», Maria Archer,  A Primeira Vítima do Diabo (1954): «O quadro da tragédia é a paisagem beirã, colinas debruadas de cunhais em cujos côncavos se aninha a agricultura pobre da região.»
1.«(A) Noite do Natal»,José Maria de Andrade Ferreira in Archivo Pittoresco (1858): «Corria a noite de vinte e quatro de Dezembro, e dez horas acabavam de soar na freguesia de uma aldeia da província do Minho.»

contos portugueses - E

1. «Em Viagem», Conde de ArnosoDe Braço Dado (1894): «Uma noite, em Kobe, em lugar de ir percorrer os bairros pitorescos da cidade, deixei-me ficar na banal casa de jantar do Hôtel des Colonies, comodamente sentado à beira do lume, conversando com uma senhora inglesa, viúva e já idosa, que sozinha viera da Austrália passar os meses de inverno ao Japão.»

contos portugueses - C

1. «(O) Corte das Raízes», Mário DionísioO Dia Cinzento (1944)«Nada melhor do que essa lufada de ar fresco quando transpunha a porta da casa e se encontrava enfim na rua.»

contos portugueses - M

1. «(A) Mosca Verde», Natália Nunes,  A Mosca Verde e Outros Contos (1959): «Não sabia como, mas o que é certo é que o petiz fora desencantar aquilo ao fundo do armário.»