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sexta-feira, 20 de maio de 2016

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Acaba de sair a 2.ª edição do meu Viajar com Ferreira de Castro,
uma iniciativa da Direcção-Geral da Cultura do Norte,
agora em colaboração com a editora Opera Omnia

segunda-feira, 7 de março de 2016

microleituras

A partir do livro póstuno de Eça de Queirós, O Egipto -- Notas de Viagem, e de dispersos vários sobre o o país dos faraós e das pirâmides, procurei perceber as razões dessa viagem, feita em 1869, a propósito da inauguração desse prodígio da engenharia que foi o Canal do Suez, motivação que espero ter mostrado que ia muito para além duma experiência mundanal forte; insiro o querido Eça na sua linhagen orientalista; anoto as descrições de Alexandria e do Cairo; e procuro contextualizar as ténues relações Portugal-Egipto nesse período. Foi um dos estudos que mais prazer me deu realizar, e talvezmerecesse ser conhecido por cá.

incipit: Eça de Queirís chegou a Lisboa, "bacharel e ocioso! -- como escreveu Fialho d'Almeida (Fialho d'Almeida, 1969, p. 105) -- com 21 anos, saído das pugnas políticas e estéticas de Coimbra, da contestação ao reitor da Universidade, Basílio de Sousa Pinto, atravessando a Questão Coimbrã -- que foi, só, a grande fractura literária do século.»

ficha: 
Autor: Ricardo António Alves
título: Eça do Egipto
separata: Taíra - Revue du Centre de Recherche et d'Etudes Lusophones et Intertropicales, n.º 11
edição: Université Stendhal
local: Grenoble
ano: 2001
págs. 36
 


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

microleituras

Uma iniciativa inteligente da Direcção-Geral da Cultura / Norte, por volta de 2003: a edição de uma espécie de roteiros dos grandes escritores da região, a partir dos seus textos em que se abordassem, além das raízes próprias, os patrimónios material e imaterial. 
A mim coube-me o Ferreira de Castro, que tive de encaixar, tal como sucedeu com os outros autores, em quatro capítulos: «O Homem, o Escritor», «Espaços de Inspiração», «Topografia Literária» e «Nas Entrelinhas da Escrita». Não fiquei de todo descontente com o resultado final, muito enriquecido pelas fotografias de época e pelo excelente trabalho de António Pinto.

incipit: «Tivesse ou não emigrado para o Brasil, ainda criança e sozinho, Ferreira de Castro seria sempre escritor.»

ficha: 
Autor: Ricardo António Alves
título: Viajar com... Ferreira de Castro
colecção: «Viajar com... Os Caminhos da Literatura»
edição: Delegação Regional da Cultura do Norte / Edições Caixotim
local: s.l.
data: s.d. [2004]
impressão: Rocha / Artes Gráficas, Vila Nova de Gaia
fotografias: António Pinto,
págs.: 50
tiragem: 2000

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

este, por acaso, é meu

Eu, à época
«A Geração de 70 ouvira aos seus progenitores os relatos da luta pela liberdade na guerra civil. Chegada a sua hora, nada se passava que não fosse a modorra contente e burguesa da Regeneração fontista, fomentando a instauração do capitalismo num país atrasado, dotando-o das infraestruturas do capitalismo necessárias ao desenvolvimento económico.»
Ricardo António Alves, «Eça no Egipto», Taíra #11, Grenoble, 2001.