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domingo, 11 de junho de 2017

Camilo Castelo Branco, Raul Brandão, Sérgio Luís de Carvalho

Quem conhece as três narrativas, sabe que coisas momentosas e formidandas se anunciam. Todas já contidas em cada começo.

1866 - Folheando os livros de antigos assentamentos, no cartório das cadeias da relação do Porto, li, no das entradas dos presos desde 1803 a 1805, a folhas 232, o seguinte:» Camilo Castelo Branco, Amor de Perdição
1931 - «Já não posso com estes tipos.» Raul Brandão, O Pobre de Pedir
1991 - «"Em nome de Deus, amen.» Sérgio Luís de Carvalho, Anno Domini 1348

quinta-feira, 22 de maio de 2014

sim, a quê?...

«Em casa, de novo parado, de novo quieto, a mesma dor que há tão pouco me cortava o ombro e que, apesar desse pouco tempo, eu me habituara já a conhecer e até, de alguma forma, a estimar tanto como a odiar. Afinal a que é que não nos habituamos?»

Sérgio Luís de Carvalho, Anno Domini 1348 (1990)